Nasceu como um projeto idealizado junto as Lideranças Comunitárias, pois a necessidade e a carência da comunidade da periferia pelo
tratamento de Dor Crônica e Dependência Química, é muito grande.Portanto achamos necessário iniciar o mais breve possível o PROJETO CLÍNICA COMUNITÁRIA DE DOR CRÔNICA E DEPENDÊNCIA QUÍMICA.O projeto em parceria com as Lideranças Comunitárias (Agentes de Saúde, Igreja Evangélica, Igreja Católica, Presidentes de Bairro e Clubes de Mães ) ,Prefeitura Municipal (Estrutura Física, Enfermeiros e Remédios), Mão de obra especializada do Dr. José Reinaldo Coutinho e Coordenadores voluntários, inauguramos o projeto de atendimento na Policlínica do Pascoal Ramos a dois anos e depois nos seguintes bairros: São Sebastião, Industriário I, Industriário II, Nova Esperança I, Nova Esperança II, Nova Esperança III, Jardim Botânico, Pedra 90, Chácara dos Pinheiros, São Gonçalo, N.S. Aparecida e outros bairros adjacentes. Em um dois anos de trabalho já atendemos entorno de 1000 pessoas desde o início do projeto. Esses pacientes carentes só eram diagnosticados e tratados especificamente com raríssimas excessões, hoje é uma realidade. A utilização da associação de Auriculaterapia Cirúrgica,Orthomolecular e Fitoterapia forma a base propedêutica de nosso arsenal. Depois inauguramos outras duas Clínicas Comunitárias: BAIRRO JARDIM FORTALEZA E NO BAIRRO TIJUCAL, sendo que em cada Clínica Comunitária recém implantada, foram atendidas mais de 400 pessoas. Em 2008, inauguramos mais quatro clínicas (Policlínica do Coxipó,CPA I, Planalto e Posto de Saúde do Bairro Praeirinho .Temos também parceria com a Casa de Recuperação VaL do Jabouque. O projeto tem como frente de trabalho o Benefício e Tratamento gratuito para todos, portanto, sentimos a necessidade através do atendimento, suprir a demanda de nossa Capital e pretendemos transformar este projeto em Lei Municipal, colocando especialistas em Dor Crônica e Dependência Química em cada Pronto Socorro e Policlínica de Cuiabá, este é o sentimento de todos.
tratamento de Dor Crônica e Dependência Química, é muito grande.Portanto achamos necessário iniciar o mais breve possível o PROJETO CLÍNICA COMUNITÁRIA DE DOR CRÔNICA E DEPENDÊNCIA QUÍMICA.O projeto em parceria com as Lideranças Comunitárias (Agentes de Saúde, Igreja Evangélica, Igreja Católica, Presidentes de Bairro e Clubes de Mães ) ,Prefeitura Municipal (Estrutura Física, Enfermeiros e Remédios), Mão de obra especializada do Dr. José Reinaldo Coutinho e Coordenadores voluntários, inauguramos o projeto de atendimento na Policlínica do Pascoal Ramos a dois anos e depois nos seguintes bairros: São Sebastião, Industriário I, Industriário II, Nova Esperança I, Nova Esperança II, Nova Esperança III, Jardim Botânico, Pedra 90, Chácara dos Pinheiros, São Gonçalo, N.S. Aparecida e outros bairros adjacentes. Em um dois anos de trabalho já atendemos entorno de 1000 pessoas desde o início do projeto. Esses pacientes carentes só eram diagnosticados e tratados especificamente com raríssimas excessões, hoje é uma realidade. A utilização da associação de Auriculaterapia Cirúrgica,Orthomolecular e Fitoterapia forma a base propedêutica de nosso arsenal. Depois inauguramos outras duas Clínicas Comunitárias: BAIRRO JARDIM FORTALEZA E NO BAIRRO TIJUCAL, sendo que em cada Clínica Comunitária recém implantada, foram atendidas mais de 400 pessoas. Em 2008, inauguramos mais quatro clínicas (Policlínica do Coxipó,CPA I, Planalto e Posto de Saúde do Bairro Praeirinho .Temos também parceria com a Casa de Recuperação VaL do Jabouque. O projeto tem como frente de trabalho o Benefício e Tratamento gratuito para todos, portanto, sentimos a necessidade através do atendimento, suprir a demanda de nossa Capital e pretendemos transformar este projeto em Lei Municipal, colocando especialistas em Dor Crônica e Dependência Química em cada Pronto Socorro e Policlínica de Cuiabá, este é o sentimento de todos.AUTORES DESTE PROJETO - DR JOSÉ REINALDO COUTINHO E ORLANDO COUTINHO
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DESENVOLVIMENTO DO TURISMO DE SAÚDE FITOTERAPÊUTICO BASEADO NAS PLANTAS MEDICINAIS DO CERRADO EM CHAPADA DOS GUIMARÃES, MUNICÍPIO DE MATO GROSSO
Quando os turistas saem para viajar eles vão á procura de lugares novos, onde possam encontrar diversão e recreação. Viajando os turistas encontram lugares ou localidades onde aconteceram fatos históricos que muitas vezes só se encontram em livros, portanto, podemos determinar que o turismo é uma atividade cultural. Agora existe também o turismo de saúde, pois as pessoas saem de sua cidade, região ou até mesmo do país a procura de paz , tranqüilidade, querendo desta forma se desligarem de seus problemas, buscando a recuperação física e mental.A procura pelo “diferente” está fazendo com muitos turistas saem de suas cidades, principalmente se estas não proporciona o que estes procuram como calor, praias, frio, neve, hábitos, costumes, folclore, cultura de outras regiões ou país. O turista também procura lugares novos para a prática de seus esportes ou hobbies favoritos, surgindo assim outras formas de turismo, como o náutico, o ecológico, o esportivo e agora um dos mais recente o de saúde. Até mesmo as viagens de negócios, reuniões de trabalho, congressos estão sendo considerados turísticos.
Como podemos perceber por diversos motivos diferentes, as pessoas estão fazendo turismo, mas as cidades só se tornam pólos turísticos por um motivo principal: O turismo é um negócio para o lugar que o recebe.
O turista necessita de lugares para se hospedar, comer, passear, se divertir, fazer compras. Isso significa que hotéis restaurantes, casas noturnas, transportes locadoras de carros e barcos prosperam e precisam contratar pessoas para trabalhar. Além disso, os turistas comem o que é produzido na agricultura, pecuária e pesca da região. Compram no comércio local muitos artigos que são produzidos pela industria do próprio município. Portanto tudo o que o turista consumir na cidade, este gera impostos, que se reverte em dinheiro, onde será aplicado na cidade. Para PAIVA (1995, p.41), a importância do turismo para a economia dos países do terceiro mundo é referida da seguinte forma:
“Para os países subdesenvolvidos o turismo tem se manifestado de modo particularmente significativo, em virtude de determinadas condições, quais sejam: possibilidade de expansão da receita contrariamente às exportações tradicionais, efeito multiplicador sobre outras atividades econômicas, capa cidade de gerar empregos, curta maturação de retorno dos investimentos em turismo em comparação com outros projetos de desenvolvimento possibilidade de corrigir desequilíbrios regionais internos e modernização mediante o contato com povos diversos.”
Mesmo o turismo tendo seus aspectos positivos, não é um setor muito fácil para se desenvolver, porque para se implantar o turismo tem que haver um clima de paz e segurança, fazer uma analise de mercado e educar a população. Para que não haja um desequilíbrio sócio-cultural e ambiental, tem que se fazer um bom planejamento, mesmo porque o turismo se requer do setor privado mas é através do setor público que se tem os investimentos de infra-estrutura. Enfim, o turismo é um importante fator de desenvolvimento por isso, os seus benefícios deveram contribuir tanto a nível local como nacional. Hoje a industria turística esta sendo considerada principalmente para os países em desenvolvimento como a mais nova fonte de riqueza, contribuindo assim para o desenvolvimento econômico, social e político.
Com isso o estado de Mato Grosso vem crescendo em suas perspectivas e desafios para implantar o turismo, pois ano após ano vem crescendo Grosso a consciência de que o turismo é uma das atividades que podem dar os melhores e mais rápidos resultados econômicos, as lideranças do trade reconhecem que ainda são grande os desafios para transformar o Estado no pólo turístico á altura de suas potencialidades.
Representando segmentos diversos, eles defendem que o processo de construção de uma cadeia de turismo forte no Estado deve passar pela educação, planejamento, investimentos, modernização, divulgação, definição, do público alvo ou perfil do turista que se quer atrair para o Estado e, ainda, a identificação e criação de novos produtos. A industria do turismo, que responde por 10% dos empregos em todo o mundo, é responsável também por 10% da riqueza que é gerada no planeta. O segmento impacta 52 setores da economia e vem se apresentando como a alternativa mais viável de aproveitamento dos recursos naturais.
Para o superintendente do SEBRAE - MT, José Guilherme Ribeiro, modernizar é a palavra - chave “é preciso qualificar não só quem mexe com o turismo, mas todas os funcionários dos mais de 50 setores que são afetadas direta ou indiretamente pela atividades”; para a Coordenadora Adjunta do Curso de Turismo da Unirondon, Fátima Gargeoni “O momento de alavancar o turismo em nosso estado é agora”. No que diz respeito a turismo, Mato grosso está no caminho Certo, de acordo com o Diretor Regional da Associação Brasileira de Locadoras de Automóveis ( ABLA - MT) , Alvani Manoel Laurindo “ Nos últimos dez anos, foi sendo criada no Estado uma estrutura básica para o desenvolvimento do turismo “, afirma. “O estado criou conceitos e instituições Comprometidas de fato com a melhoria do setor, agora basta o governo investir anda mais em treinamento e em infra-estrutura que o resto a iniciativa privada faz.” Já para a Secretária Adjunta de Desenvolvimento do turismo de Mato Grosso, coordenadora da Festa Internacional do Pantanal há 7 anos, Liz Lins Aposta em quatro palavras-chave: identificação do atrativo, sua transformação em produto, definição das estratégias de divulgação e aplicação de sistemas de avaliação. “ É na avaliação que você. pode corrigir e aperfeiçoar o sistema.”
O presidente da Associação Brasileira de Agentes de Viagem (ABAV-MT) e do Sindicato das Empresas de Turismo de Mato Grosso, Oiran Gutierrez, defende também a parceria entre Governo e a iniciativa privada. “Junto com o
Governo, vamos conseguir equacionar essa questão”. Disse, já para o empresário e ex-presidente do Fórum Empresarial de Mato Grosso, ele considera que a atividade do turismo requer investimentos, mas também cuidado com a qualidade do que é oferecido. “Os empresários estarão prontos a fazer sua parte”, afirma. Valquíria Luciene de Carvalho, presidente do Sindicato de Guias de Turismo de Mato Grosso (SINGTUR), defende como prioridade para o setor a definição e o planejamento sobre os produtos turísticos a serem ofertados no e qual o perfil dos turistas que se pretende atingir.
Como Mato Grosso esta em fase de desenvolvimento na área de turismo, o nosso projeto sugerem uma nova modalidade que é o turismo de saúde terapêutica.Percebe-se ainda nos dias de hoje uma degradação da flora nativa da Região do cerrado em Chapada dos Guimarães e com isto perdem-se as espécies com potencial medicinal, pois o cerrado ocupa 40% do território matogrossense e esconde uma inacreditável biodiversidade. Das mais de 10 mil espécies botânicas do Brasil, cerca de 4 mil são exclusivas desse ecossistema. Trata-se de um dos mais diversificados acervos medicinais do mundo, fora o museu arqueológico a céu aberto, com inúmeras inscrições rupestres, um convite irresistível a estudiosos. As chapadas mato-grossense dividem as bacias Amazônica e Platina. Desta forma, os resultados esperados servirão de base para mais estudos científicos que poderiam ser: análise dos princípios ativos, farmacológicos e potencial medicamentoso natural.
Nesse novo cenário, o turismo de saúde vem como instrumento para o desenvolvimento sustentável, dentro da mais ampla concepção de respeito ao ambiente e a cultura. No entanto, é preciso que estejamos conscientes, que para oferecermos novos produtos com tais características, teremos que estabelecer critérios diferentes dos que regem o turismo tradicional, por isso exigem reflexões sobre a mobilização de capitais e agentes locais tanto na concepção, quanto na implantação e gestão do projeto a curto e a médio porte em substituição ao turismo espontâneo, comumente na região estudada.
A medicina popular em Mato Grosso envolve conhecimentos acumulados ao longo de centenas de anos de experimentação, transmitidos de geração a geração, provenientes de diversas culturas. Este conhecimento transmitido oralmente e muitas vezes aprendido por imitação faz parte da vida cotidiana de pessoas simples e sem uma instrução especializada. Comprovar cientificamente esta utilização e desenvolver á comunidade estes conhecimentos, a garoa mais elaborados, permite que ela possa aproveitar seus recursos naturais de uma maneira racional a até mesmo influenciando no processo de conservação da biodiversidade.
DELIMITAÇÃO
É um Projeto de pesquisa etnofarmacológica na região do cerrado , situado na região de Mato Grosso, no município de Chapada dos Guimarães, aonde buscaremos registrar o conhecimento popular no uso de plantas medicinais nativas, a forma de preparo e uso, com isso daremos as escolas e universidades oportunidade de conciliar seus programas práticos e metodológicos de disciplinas do Meio ambiente, dando oportunidade aos alunos , pesquisadores, visitantes que buscam aperfeiçoamento técnico e científico. Com a criação do laboratório e a clínica de atendimento fitoterapêuticos com as plantas medicinal do cerrado, os turistas em geral terão oportunidade de ter espaços para visitação, e usufluir dos benefícios nos tratamentos clínicos.
HIPOTESES
- Desenvolver em chapada dos Guimarães no Estado de Mato Grosso um novo ramo e uma nova opção em Turismo de Saúde , baseado em plantas medicinais do Cerrado para fins terapêuticas ;
- Montagem de um laboratório para a formulação dos produtos fitoterapêuticos;
- Desenvolver através deste projeto um pólo turístico de saúde para estudo e pesquisa científica.
- Desenvolver em chapada dos Guimarães no Estado de Mato Grosso um novo ramo e uma nova opção em Turismo de Saúde , baseado em plantas medicinais do Cerrado para fins terapêuticas ;
- Montagem de um laboratório para a formulação dos produtos fitoterapêuticos;
- Desenvolver através deste projeto um pólo turístico de saúde para estudo e pesquisa científica.
ÁREA DE ESTUDO
A área de pesquisa está delimitada ao município da região conhecida Chapada dos Guimarães, Estado de Mato Grosso.
A região de Chapada dos Guimarães está situada sobre uma da mais antigas falhas tectônicas do continente. Há cerca de 500 milhões de anos, esteve coberta de gelo, durante uma das grandes glaciações; 200 milhões de anos mais tarde, virou fundo do mar. Depois disso, houve uma floresta, onde vivam dinossauros.
Com o soerguimento da cordilheira doa Andes, a região do Pantanal abaixou e Chapada dos Guimarães se elevou.
Hoje, a paisagem exibe paredões de arenito vermelho-alaranjado, com canions e cavernas. O local abriga também nascentes dos rios Aricazinho, Coxipó e Mutuca, que alimentam o rio Cuiabá e por conseqüência, o Pantanal.
Chapada conta também com cerca de 50 sítios arqueológicos catologados, onde foram encontradas ossadas de dinossauros e fosseis de conchas e pinturas pré-históricas.
Em 1872, a vila de Santana passou a ser chamada de vila de Chapada dos Guimarães, por força de uma lei da Coroa Portuguesa. A expedição Langsdorf, chefiada pelo explorador alemão de mesmo nome, também passou pela área entre 1821 e 1829, quando adrien Taunay – um de seus ilustradores – retratou a cachoeira Véu da Noiva e os seus Bororós. Os primeiros esforços para conservação da região datam do século 19, quando a preocupação era, além da fauna e flora, a proteção dos mananciais nascentes dos rios que abastecem Cuiabá.
No final dos anos 70, comunidade alternativa se mudou para chapada, que desde então vem sendo vista como importante ponto de referência para os esotéricos, uma vez que está localizada no centro geodésico da América do Sul ( coração do continente, ponto eqüidistante entre os oceanos Atlântico e Pacífico). Nessa época os movimentos por sua conservação se intensificaram, culminando com a criação do Parque Nacional em 1989.
A área de pesquisa está delimitada ao município da região conhecida Chapada dos Guimarães, Estado de Mato Grosso.
A região de Chapada dos Guimarães está situada sobre uma da mais antigas falhas tectônicas do continente. Há cerca de 500 milhões de anos, esteve coberta de gelo, durante uma das grandes glaciações; 200 milhões de anos mais tarde, virou fundo do mar. Depois disso, houve uma floresta, onde vivam dinossauros.
Com o soerguimento da cordilheira doa Andes, a região do Pantanal abaixou e Chapada dos Guimarães se elevou.
Hoje, a paisagem exibe paredões de arenito vermelho-alaranjado, com canions e cavernas. O local abriga também nascentes dos rios Aricazinho, Coxipó e Mutuca, que alimentam o rio Cuiabá e por conseqüência, o Pantanal.
Chapada conta também com cerca de 50 sítios arqueológicos catologados, onde foram encontradas ossadas de dinossauros e fosseis de conchas e pinturas pré-históricas.
Em 1872, a vila de Santana passou a ser chamada de vila de Chapada dos Guimarães, por força de uma lei da Coroa Portuguesa. A expedição Langsdorf, chefiada pelo explorador alemão de mesmo nome, também passou pela área entre 1821 e 1829, quando adrien Taunay – um de seus ilustradores – retratou a cachoeira Véu da Noiva e os seus Bororós. Os primeiros esforços para conservação da região datam do século 19, quando a preocupação era, além da fauna e flora, a proteção dos mananciais nascentes dos rios que abastecem Cuiabá.
No final dos anos 70, comunidade alternativa se mudou para chapada, que desde então vem sendo vista como importante ponto de referência para os esotéricos, uma vez que está localizada no centro geodésico da América do Sul ( coração do continente, ponto eqüidistante entre os oceanos Atlântico e Pacífico). Nessa época os movimentos por sua conservação se intensificaram, culminando com a criação do Parque Nacional em 1989.
CRITÉRIOS
As plantas e suas atividades medicinais não têm efeitos colaterais como acontece normalmente com os remédios químicos. Mas ressaltamos aqui, que devem ser utilizadas com sérios critérios, para que a eficácia do tratamento seja completa, pois, alguns vegetais são tóxicos e, portanto, precisam de certos cuidados quando utilizados.
È aconselhável sempre procurar por um profissional, evitando a auto medicação e tomando bastante cuidado ao se medicar.
PLANTA MEDICINAL é a planta selecionada e utilizada popularmente como remédio no tratamento de doenças. Segundo a OMS (1978) é toda e qualquer planta contendo substâncias que possam ser usadas com fins terapêuticos ou que possam servir como precursores para síntese químico-farmacêutico.
MATÉRIA-PRIMA VEGETAL - planta fresca, droga vegetal ou seus derivados: extrato, tintura, óleo, cera, suco e outros (Resolução 17/2000).
DROGA - substância ou matéria-prima que tenha finalidade medicamentosa ou sanitária (Lei 5.991/73).
DROGA VEGETAL - planta ou suas partes, após processos de coleta, estabilização e secagem, podendo ser íntegra, rasurada, triturada ou pulverizada (Resolução 17/2000).
MEDICAMENTO FITOTERÁPICO - medicamento farmacêutico obtido por processos tecnologicamente adequados, empregando-se exclusivamente matérias-primas vegetais, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico. É caracterizado pelo conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua qualidade. Não se considera medicamento fitoterápico aquele que, na sua composição, inclua substâncias ativas isoladas, de qualquer origem, nem as associações destas com extratos vegetais (Resolução 17/2000).
PRINCÍPIO ATIVO - substância ou grupo delas, quimicamente caracterizada, cuja ação farmacológica é conhecida e responsável, total ou parcialmente, pelos efeitos terapêuticos do medicamento fitoterápico (Resolução 17/2000).
MARCADORES - componentes presentes na matéria-prima vegetal, preferencialmente o próprio princípio ativo, utilizados como referência no controle de qualidade da matéria-prima vegetal e dos medicamentos fitoterápicos (Resolução 17/2000).
ERVANÁRIA - estabelecimento que realize dispensação de plantas medicinais (Lei 5.991/73).
REFERENCIAL TEÓRICO
O livro “Preservação da Memória Nacional, Tradições Populares e Traços Culturais” – Germano Guarim Neto, será a referência inicial pois relata a flora do cerrado de Mato Grosso, bem como seu número de espécies e exemplares encontrados.
MÉTODOS
· Levantamento bibliográfico das possíveis plantas a serem citadas pelos entrevistados. A referência inicial será o livro “Preservação da Memória Nacional, Tradições Populares e Traços Culturais”, que descreve as espécies mais encontradas nessa região (Chapada dos Guimarães).
· Entrevistas com as pessoas de renome das cidades referidas, através de um roteiro/questionário (Anexo I – Roteiro de Questões para a Entrevista);
· Confronto das informações dos entrevistados com a literatura científica.
CARACTERIZAÇÃO DO UNIVERSO
O universo será composto por raizeiros, curandeiros, benzedores e mateiros. A seleção destes será feita considerando-se os indivíduos mais citados pela comunidade e com uma percepção de idoneidade perante a mesma.
PLANO DE AMOSTRAGEM
Inicialmente se fará a entrevista com uma pessoa que indicará uma segunda e posteriormente uma terceira e assim consecutivamente até fechar a necessidade dos conhecimentos técnicos do projeto. Alguns entrevistados já são conhecidos e citados em trabalho anteriores realizado pelo pesquisador.
As plantas e suas atividades medicinais não têm efeitos colaterais como acontece normalmente com os remédios químicos. Mas ressaltamos aqui, que devem ser utilizadas com sérios critérios, para que a eficácia do tratamento seja completa, pois, alguns vegetais são tóxicos e, portanto, precisam de certos cuidados quando utilizados.
È aconselhável sempre procurar por um profissional, evitando a auto medicação e tomando bastante cuidado ao se medicar.
PLANTA MEDICINAL é a planta selecionada e utilizada popularmente como remédio no tratamento de doenças. Segundo a OMS (1978) é toda e qualquer planta contendo substâncias que possam ser usadas com fins terapêuticos ou que possam servir como precursores para síntese químico-farmacêutico.
MATÉRIA-PRIMA VEGETAL - planta fresca, droga vegetal ou seus derivados: extrato, tintura, óleo, cera, suco e outros (Resolução 17/2000).
DROGA - substância ou matéria-prima que tenha finalidade medicamentosa ou sanitária (Lei 5.991/73).
DROGA VEGETAL - planta ou suas partes, após processos de coleta, estabilização e secagem, podendo ser íntegra, rasurada, triturada ou pulverizada (Resolução 17/2000).
MEDICAMENTO FITOTERÁPICO - medicamento farmacêutico obtido por processos tecnologicamente adequados, empregando-se exclusivamente matérias-primas vegetais, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico. É caracterizado pelo conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua qualidade. Não se considera medicamento fitoterápico aquele que, na sua composição, inclua substâncias ativas isoladas, de qualquer origem, nem as associações destas com extratos vegetais (Resolução 17/2000).
PRINCÍPIO ATIVO - substância ou grupo delas, quimicamente caracterizada, cuja ação farmacológica é conhecida e responsável, total ou parcialmente, pelos efeitos terapêuticos do medicamento fitoterápico (Resolução 17/2000).
MARCADORES - componentes presentes na matéria-prima vegetal, preferencialmente o próprio princípio ativo, utilizados como referência no controle de qualidade da matéria-prima vegetal e dos medicamentos fitoterápicos (Resolução 17/2000).
ERVANÁRIA - estabelecimento que realize dispensação de plantas medicinais (Lei 5.991/73).
REFERENCIAL TEÓRICO
O livro “Preservação da Memória Nacional, Tradições Populares e Traços Culturais” – Germano Guarim Neto, será a referência inicial pois relata a flora do cerrado de Mato Grosso, bem como seu número de espécies e exemplares encontrados.
MÉTODOS
· Levantamento bibliográfico das possíveis plantas a serem citadas pelos entrevistados. A referência inicial será o livro “Preservação da Memória Nacional, Tradições Populares e Traços Culturais”, que descreve as espécies mais encontradas nessa região (Chapada dos Guimarães).
· Entrevistas com as pessoas de renome das cidades referidas, através de um roteiro/questionário (Anexo I – Roteiro de Questões para a Entrevista);
· Confronto das informações dos entrevistados com a literatura científica.
CARACTERIZAÇÃO DO UNIVERSO
O universo será composto por raizeiros, curandeiros, benzedores e mateiros. A seleção destes será feita considerando-se os indivíduos mais citados pela comunidade e com uma percepção de idoneidade perante a mesma.
PLANO DE AMOSTRAGEM
Inicialmente se fará a entrevista com uma pessoa que indicará uma segunda e posteriormente uma terceira e assim consecutivamente até fechar a necessidade dos conhecimentos técnicos do projeto. Alguns entrevistados já são conhecidos e citados em trabalho anteriores realizado pelo pesquisador.
AUTOR
ORLANDO COUTINHO
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